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Ministro do STF, políticos, famosos e anônimos: o adeus a Abílio Diniz


São Paulo – O velório do empresário Abílio Diniz no Estádio do Morumbi, zona sul de São Paulo, terminou por volta das 16h, desta segunda-feira (19/2), ao som de aplausos.

Familiares, amigos e admiradores que participaram da cerimônia de despedida bateram palmas minutos antes do caixão deixar o espaço em direção ao local do enterro. O sepultamento será reservado aos nomes mais próximos da família e não teve o endereço divulgado.

Ao longo do dia, dezenas de pessoas foram ao estádio para fazer uma última homenagem ao fundador do Grupo Pão de Açúcar. Pela manhã, antes da abertura do local para a presença de admiradores, foi realizada uma missa reservada para familiares e amigos próximos.

Em determinado momento, ouviu-se a canção “O que é, O que é?” de Gonzaguinha, um pedido revelado pelo empresário em uma das últimas entrevistas que concedeu. Em dezembro de 2023, à CNN, Diniz contou que, além da música, pediu que escrevessem em sua lápide “estou aqui, mas eu vim contra a minha vontade”.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça foi um dos últimos a chegar para a despedida, já no período da tarde. Ao sair do velório, visivelmente emocionado, o ministro falou sobre a importância de Abílio para o país.

“Ele deixa um exemplo de vida, um homem batalhador, íntegro, que foi capaz de construir, junto com a família, um grande empreendimento que ganhou prospecção internacional”.

Também passaram pelo velório lá o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), o ex-presidente Michel Temer (MDB) e o deputado estadual Eduardo Suplicy (PT).

O vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB) também participou da despedida. Ele não falou com a imprensa.

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Também estiveram no local os apresentadores Luciano Huck e Bela Gil, o piloto Felipe Massa e presidente da Central Única das Favelas (Cufa), Preto Zezé.

Aberto ao público, o velório recebeu ainda admiradores do empresário, como Gilda Maria de Sousa Pereira.

Hoje enfermeira, Gilda conta que Abílio Diniz foi o responsável por ela conseguir seu primeiro emprego em São Paulo, em 1985, como funcionária do comércio.

“Meu primeiro emprego foi na Sandiz [antiga loja de departamentos do Grupo Pão de Açúcar]. Eu era precificadora”, lembra ela, que é curitibana.

Gilda diz que o empresário sempre ia até a loja e conversava com os empregados. “Ele era muito querido, cumprimentava todos na mão”, afirma a mulher, que acompanhou o velório até o final.

Abílio Diniz morreu neste domingo (18/2), aos 87 anos, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite. Ele estava internado no Hospital Israelita Albert Einstein. Ele deixa cinco filhos, a esposa, netos e bisnetos.



Fonte: Metrópoles


19/02/2024 – Paraiso FM

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